Hoje fui visitar o Taj Mahal, 1 das 7 maravilhas do Mundo. Já é a 5.ª maravilha para mim, só me falta o Cristo Redentor e Machu Picchu.

Madruguei e às 6h já estava à porta da bilheteira, a pensar ver o amanhecer do Taj Mahal. O facto de ele ter o rio nas traseiras e o pó que tem andado no ar estes dias não ajudaram, e quando cheguei, ao longe, nem se via o Taj Mahal.

O imperador Shah Jahan encomendou o Taj Mahal em memória da sua amada esposa, Mumtaz Mahal, que morreu em 1631 durante o nascimento do seu 14.º filho. Para a homenagear, decidiu construir um monumento que refletisse o amor deles e servisse como seu local de descanso final.

Quando morreu, o imperador Shah Jahan ficou ao lado da sua amada; o seu túmulo fica ao lado do de Mumtaz Mahal, que está localizado no centro do mausoléu.

A construção começou em 1632 e levou cerca de 21 anos, com os detalhes finais concluídos em 1653. As sepulturas visíveis no salão principal são réplicas, enquanto os verdadeiros túmulos estão numa câmara subterrânea ao nível do jardim. Os artesãos esculpiram o mármore com desenhos florais e incorporaram pedras semipreciosas, como lápis-lazúli, jade, turquesa e malaquita.

A seguir fui a caminhar até ao outro lado do rio ao encontro do Itmad-ud-Daulah, conhecido como o Baby Taj, e vi realmente um mini Taj Mahal, que é o túmulo de Itmad-ud-Daulah, um mausoléu mogol construído entre 1622-1628, ou seja, foi terminado 4 anos antes do início do Taj Mahal.

Foi encomendado por Nur Jahan, esposa do imperador Jahangir, para o seu pai, Mirza Ghiyas Beg (um nobre persa), e é o primeiro túmulo mogol construído inteiramente de mármore branco. Embora o Taj Mahal seja mais famoso, o Itmad-ud-Daulah foi o pioneiro em muitos dos seus elementos decorativos e arquitetónicos, sendo uma joia mais íntima e detalhada.

O túmulo está situado nas margens do rio Yamuna e representa uma história de amor filial e poder durante o apogeu da dinastia Mogol.

A seguir, encontrei um restaurante Mingol onde parei para almoçar uns noodles Pathi kimau. O resto da tarde foi tranquilo a passear por Agra, onde pouco mais há para fazer e um dia é mais que suficiente para a visitar.

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